09 março 2008
08 março 2008
"Sex Shop - uma aventura em Lisboa"
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Texto de Sissi in Cenas de Gaja
Pensou ... Patrícia Manhão
07 março 2008
Let´s get blown
"Ainda a propósito do post de ontem, e para começo de conversa, apraz-me dizer o seguinte:
Há homens que fazem maus minetes e mulheres que não se manifestam.
Parto daqui porque me parece importante e ilustra na perfeição a falta de um elemento fundamental em tudo na vida, e principalmente no sexo: comunicação.
Acredito profundamente que sem comunicação o sexo é apenas um conjunto, muitas vezes desconexo, de actos mecanizados.
De resto ter sexo é, primordialmente, comunicar o desejo pelo desejo de outrém. É estar em contacto, enviar sinais, receber feedback. Comunicar, portanto.
Até aqui tudo bem.
Quando os corpos se conhecem e se apetecem os caminhos inspiram menos dúvidas. Há qualquer coisa de confortável e terrivelmente apaziguador em percorrer o corpo do nosso amor. Conhecemo-lo bem e sabemos o que o faz estremecer.
Não conheço melhor sensação que aquela que nos faz apetecer o colo de alguém que ainda tem nele o cheiro do nosso corpo.
Quando assim é não existem palavras que melhor ilustrem o torpor que o olhar transparente do desejo mal contido.
Mas enquanto não chegamos aí, como fazemos?
Desconheço outra forma de comunicar ao meu parceiro aquilo que gosto que não seja verbalizando. Quanto muito, posso pegar-lhe na mão e mostrar-lhe.
E sorrir e dizer-lhe: É aqui...
Aliás, porque raio não eu hei-de eu fazer isto? Porque deverei sossegar o meu parceiro com mentiras piedosas?
Se ele, porque não me conhece ou não está a prestar atenção, não consegue perceber o que me faz titilar, parece-me que, para bem dos dois, devo comunicar-lhe o facto e explicar como gosto de ser tocada.
Tento fazê-lo, obviamente, com cuidado. Nestas ocasiões uma palavra mal colocada por causar mossa. Mas se depois do cuidado que julgo colocar nas palavras, para melhor nutrir a relação, o meu parceiro insiste em ficar ofendido, deverei sossegá-lo com o meu silêncio?
Além disso, acho extraordinária a excitação que se cria quando as duas pessoas se descobrem nas palavras e as transformam em actos. È maravilhoso o afago das mãos ao ritmo das mesmas.
No sexo como em tudo o resto, a minha mente não é normalizada.
Tento não me limitar a existir, mas a viver.
Tento não apenas falar, mas conversar.
Parece me justo que também queira ter bom sexo.
Nem que para isso tenho que explicar como. "
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Texto de Sissi in Cenas de Gaja
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P.S.- ...............
Pensou ... Patrícia Manhão
06 março 2008
04 março 2008
"Post que vem das entranhas"
Pensou ... Patrícia Manhão
"TPM #14"

"Nunca me considerei uma gaja ligada aos esoterismos da vida. As situações que não consigo explicar incomodam-me porque sempre precisei de uma razão palpável para os acontecimentos exteriores.
Acho que ainda não saí da idade dos porquês.
Por isso é que «o que tem que acontecer acontece», ou «tudo tem o tempo certo para acontecer» sempre foram frases e ideias sobre as quais nunca me demorei. Que caralho é que esta merda quer dizer?
Até entendo que a fruição e o prazer sejam coisas que se aprendem e depuram. Mas isto só acontece quando conseguimos perceber que sem a noção de Tempo o prazer não teria contexto. Continuaria a ser prazer, mas seria inócuo.
Lembro-me agora dos prazeres imediatos, de consumo (e desgaste?) rápido, e reparo que também para esses está noção é necessária. Não o tempo do usufruto, mas do refinamento do prazer.
Não sei se o que tem que acontecer acontece, se calhar sim. Mas como gosto de pensar no livre arbítrio como o pilar existência humana, incomoda-me saber que, se calhar, há coisas para as quais estou guardada.
No entanto, começo a perceber que, de facto, «tudo tem um tempo certo para acontecer»
...PS - este post é encriptado. Caguem."
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Texto de Sissi in Cenas de Gaja
Pensou ... Patrícia Manhão
03 março 2008
"Back to Basics"
Pensou ... Patrícia Manhão
02 março 2008
01 março 2008
......
"É oficial. Há homens que padecem de falta de consistência. Não raras vezes, perante uma situação que requere mais tacto, preferem agir como se nada fosse a reagir como se espera deles. Ou seja, que tenham tomates. Usam as meias verdades com destreza e aplicam golpes de paternalismo com a sageza de um cinturão negro. Tudo é preferível a terem que manchar a sua imagem impoluta e CV imaculado. Jogam com o silêncio como se ele tivesse corpo e escolhem aumentar o volume sempre que outro corpo, o nosso, lhes aparece na retina.
Aí, as falas são concretas e a objectividade parece, de repente, o estado natural das coisas.
Enerva-me a falta de consistência. Aceitá-la é permitir que, a um tempo e aos olhos do outro, tenhamos formas e definições pouco claras ou todas cores do Pantone, é concordar que os acordos sejam tácitos e não expressos e, no limite, sermos actores secundários no filme da nossa vida."
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Texto de Sissi in Cenas de Gaja
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Fotografia: Marco by UweHof Redmann
(todos os Direitos reservados)Pensou ... Patrícia Manhão
29 fevereiro 2008
Cenas de Gaja (2)
"TPM #21
Agora que a minha auto-estima deixou de estar ligada à minha sexualidade fodo com a certeza do que ali estou a fazer. Dá jeito sabermos quem nos está a foder. Se o outro se nós mesmos."
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Texto de Sissi in Cenas de Gaja
Fotografia:Stretching_3 by Amelkovich
(todos os Direitos reservados)
Pensou ... Patrícia Manhão
Cenas de Gaja
"No maravilhoso mundo da interacção das espécies, homem e mulher reclamam para si caminhos diferentes. Eles pela esquerda, nós pela direita. Eles água, nós vinho. Um por todos e todos pelo engate. Como em quase tudo, o grelame é mais sinuoso, dá voltas mais complicadas e aplica-se na caça com dedicação. O machame, objecto da caça, não raras vezes é o último a saber que vai ser refeição na cama de alguém. Assim sendo, como distinguir uma aproximação inocente de um afiar de dente matreiro?
(....)
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Texto de Sissi in Cenas de Gaja (não sei pôr links nesta m***a)
Pensou ... Patrícia Manhão
28 fevereiro 2008
Mehmeturgut (4)
Acho que pela primeira vez publiquei a mesma fotografia duas vezes...
Mas vale a pena.
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Fotografia:Milk_6 by Mehmeturgut
(todos os Direitos reservados)
Pensou ... Patrícia Manhão
27 fevereiro 2008
26 fevereiro 2008
You and your hand...

"I'm not here for your entertainment
You don't really want to mess with me tonight...
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It's just you and your hand tonight"
Pensou ... Patrícia Manhão
25 fevereiro 2008
24 fevereiro 2008
Anedota

Prior to departure, a guy looks up from his book and sees a real knockout
sitting next to him. He thought to himself:
'Wow, she's so gorgeous she must be a flight attendant. But which airline
does she work for?'
Hoping to pick her up, he leaned towards her and uttered the Delta
slogan:'Love to fly and it shows?'
She gave him a blank, confused stare and he immediately thought to himself:
'Dash, she doesn't work for Delta.'
A moment later, another slogan popped into his head. He leaned towards her
again, 'Something special in the air?' She gave him the same confused look.
He mentally kicked himself, and scratched Singapore Airlines off the list.
Next he tried the Thai Airways slogan: 'Smooth as Silk.' This time the woman
turned on him saying, 'What the Fuck do you want?'
The man smiled, then slumped back in his chair, and said
'Ahhhhh..., American Airlines!
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P.S.- recebida por e-mail.....
Pensou ... Patrícia Manhão
23 fevereiro 2008
22 fevereiro 2008
Bom fim-de-semana

Um bêbedo entra num bar e pede ao balcão três cafés:
- Três cafés? - pergunta, atónito, o empregado.
- Sim, um para mim, outro para ti e outro prá puta da tua mãe!!!
No dia seguinte, o mesmo bêbedo repete o mesmo pedido, no mesmo café e ao mesmo empregado:
- Três cafés...
- Três?...
- Sim .. Três ... um para mim, outro para ti e outro prá puta da tua mãe!!!
Desta vez o empregado "passou-se", saiu do balcão, agarrou no bêbedo e deu-lhe uma sova!
No dia seguinte, todo entrevado, o bêbedo vai na mesma ao café, dirige-se ao balcão e o empregado com um sorrisinho cínico pergunta-lhe:
-Então, três cafezinhos, não é verdade?....
-Não. - Responde o bêbado.
-Só dois: um para mim e outro prá puta da tua mãe!
P'ra ti não, porque o café altera-te o sistema nervoso...
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P.S.- recebida por e-mail.........
Pensou ... Patrícia Manhão
21 fevereiro 2008
19 fevereiro 2008
"O Kit do Enconanço Perene"
"Os homens casados (com outras, claro!) vêm com um chip de enconanço perene incorporado no cérebro. Eu explico: o dito vende-se sob a forma de um kit, contido numa embalagem colorida composta por chip + seringa de aplicação + recargas + instruções, o qual faz parte das listas de casamento em geral, situando-se algures entre o moínho de café, a saladeira da Cristal Atlantis e os pratos de sopa da Arcopal.
A coisa processa-se mais ou menos assim: durante a lua-de-mel num risóre ólinclusive em Cancun ou Punta Caña (nunca percebi a inclinação bovina dos recém-casalinhos pelas latitudes ventosas, confesso), a meio de um minete esforçado na quingsaizedebéde da suite nupcial, o gajo mete-lhe a cabecinha entre as pernas e ela zuca!, injecta-lhe o chip no pescoço, bem atrás da orelha e ao nível sub-cutâneo - tipo aquele filme do Schwarzenegger, não sei se estão a ver... O gajo não dá por nada e continua para bingo, só que, a partir daí e até ao fim da vida, já não pode pensar em comer outra gaja sem que o cilício da culpa lhe rasgue as virilhas e lhe aperte os tomates até ficar sem ar. Em resumo: gajo casado, perde o gosto de foder bem e como deve ser, sendo que tal não acontece por acaso, mas sim devido ao avanço da indústria farmacêutica.
O chip em questão, para além de trazer incorporada a característica do enconanço perene (que alguns traduzirão por não fode nem sai de cima), inclui outras, a saber:
- a da consciência do antónimo: o gajo fica para sempre com a ideia de que enconanço é o oposto de encornanço e de que o primeiro é que é o bom e está correcto, tipo post it colado na massa encefálica.
- a do auto-convencimento: a partir da ferroada fatal, o gajo passa a pensar que foder, só mesmo com a gaja que lhe deu filhos e que lhe pôs a grilheta, ops!, a aliança no dedo, o que nem é nada mau, afinal, um homem vem-se (quase) sempre, não é? O sexo com a mulher é portanto bonzinho e dotado de uma periodicidade confortável, para além de limpinho e sem o risco de doenças venéreas, e com isso me basto, convence-se ele, o ácido a actuar-lhe rapidamente no cérebro.
Isto significa que um homem casado é assim capaz de cumprir com os seus deveres conjugais na perfeição, como por exo., mudar a fralda ao mais novo, espremer os pontos negros nos costados da esposa ou verem juntos o telejornal, e estar ao mesmo tempo a imaginar a secretaria, a chefe ou a amiga, de perna aberta e a masturbar-se enquanto lhe grita pelo nome e lhe diz que ele é o maior.
- a da alteridade (ou da ubiquidade, se quiserem), que está directamente relacionada com a anterior - o gajo casado está lá mas não está. Está em casa, axandradinho dentro das quatro paredes do lar conjugal, com as quais jurou fundir-se por osmose até cair de velho e de podre, mas dentro da cabecinha dele é um ver se te avias de posições proibidas. Sim!, porque o chip, na sua versão mais evoluída, traz consigo uma outra feature que não é de desprezar: a do vôo do pensamento, com a possibilidade de upgrade para a versão desbocada/perversa. Um gajo casado imagina-se livremente em posições e situações de perigo e de equilíbrio dignas de um kama sutra ou de um cirque du soleil, porque tudo se passa dentro da sua higiénica imaginação - aí, pode, uma vez que tais malabarismos não interferem com a hora do jantar nem o impedem de pôr a loiça na máquina ou de levar o cão à rua.
Modo de funcionamento da gigajoga ( convém no entanto ler instruções):
Ao homem casado, é-lhe permitido (a um nível comezinho, é certo), o convívio rasteirinho com elementos do outro sexo, mas com esta particularidade: a partir do momento em que começa a segregar testosterona a mais e a babar-se para cima de uma terceira que não a legítima, o mecanismo contido no chip activa-se e aquilo começa a enviar-lhe impulsos eléctricos para o cérebro, com as seguintes mensagens em repeat mode: Problema! Chatice! Maçada! Alerta! (o gajo quase juraria que tem um pirilampo daqueles da BT aceso dentro do crânio) e outras mais invulgares como Baza Baza Baza Vai pra Casa Casa (como diria o grande Boss Ac). A mensagem recebida depende, está bem de ver, das referências culturais e das ensaboadelas morais a que cada gajo teve direito ao longo da sua vidinha de solteiro, mas todas resultam, que é o que interessa. Eficácia comprovada.
A grande inovação destes chips de última geração (que se podem encontrar nas listas de casamento da Moviflor e do Ikea) é esta fantástica capacidade que têm de transformar a segregação hormonal em excesso numa ideia negativa persistente, que retira toda e qualquer tusa até ao mais empenhado Casanova. Não admira, portanto, que seja grande, a lista de espera para a compra do Kit do Enconanço Perene, último modelo, e na qual estão inscritas namoradas, noivas, esposas recentes, usadas, em segunda mão, e outros sub-grupos desesperados.
Infelizmente, a remoção cirúrgica do aparelho - em caso de divórcio, por exemplo - não parece resolver o problema, já que o princípio activo é de ordem química e dissolve-se no sangue ao primeiro contacto, produzindo efeitos quase permanentes: homem divorciado por causa de outra mulher (ele há chips que vêm com defeito de fabrico, ah pois há...), raras vezes refaz a sua vida ao lado desta, pois não consegue deixar de a culpar pela quebra irreversível da pseudo-harmonia conjugal, tal como não consegue deixar de pensar que, a limpar o ranho aos filhos, a carregar à mulherzinha os sacos com o avio do mês e a conferirem juntos os recibos dos gastos anuais para efeitos do IRS, é que ele estava bem e se sentia quentinho e confortável. De pantufinhas é que era bom!, oh oh...
A tecnologia está, de facto, muito avançada e faz milagres."
Texto by China Blue in Sociedade Anónima
Pensou ... Patrícia Manhão
18 fevereiro 2008
17 fevereiro 2008
16 fevereiro 2008
15 fevereiro 2008
13 fevereiro 2008
12 fevereiro 2008
Anedota (10)

Uma sexagenária resolveu fazer hidroginástica.
Cheia de gás e autoconfiança, entrou na secretaria do ginásio.
Mal chegou, a professora olhou-a de cima abaixo e avisou:
- Precisamos proceder a uma avaliação.
Pegou uma ficha, preencheu com seu nome e endereço e disse:
- Então a senhora já tem mais de sessenta anos?
- Pois é, minha filha, há seis anos virei sexy.
- Como? A senhora disse sexy?
- É, sexy de sexagenária, entendeu?
- A senhora tem falta de ar?
- Não, tenho falta de dinheiro.
- Às vezes sofre de tontura?
- Sofro com as tonteiras dos outros.
- Tem hipertensão?
- Não, tenho hiper- tesão.
- É diabética?
- Não, sou diabólica.
- Tem alergia?
- tenho, a mulheres.
Por esta altura, a moça não se conteve:
- A senhora é doida?
- Por Homens...
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P.S.- recebido por e-mail....
Pensou ... Patrícia Manhão










































