

Não é uma coisa maravilhosa...? Linda.
"I take pleasure in my transformations. I look quiet and consistent, but few know how many women there are in me." Anais Nin


Pensou ... Patrícia Manhão
Pensou ... Patrícia Manhão
"Nostalgia descreve uma sensação de saudade de um tempo vivido...
Nostalgia é um sentimento que surge a partir da sensação de não poder mais reviver certos momentos da vida.
O interessante sobre a nostalgia é que ela aumenta ao entrar em contato com sua causa e não diminui como o sentimento da saudade.
Exemplo: se alguém sente saudades ou falta de um conhecido, este sentimento cessa ao se reencontrar a pessoa, com a nostalgia é exatamente o oposto, ao reencontrar um amigo, este sentimento nostálgico irá se alimentar e não diminuir como a saudade."
Quero o meu amigo de volta.
Pensou ... Patrícia Manhão
Pensou ... Patrícia Manhão
"Pouco me importa se existe ou não a tal essência do erotismo que o Sr. Leth persegue ou diz perseguir. Mas, se existe, desconfio que sei onde pode ser encontrada. Um simples clique e já lá está, quem havia de ser, a própria Anais Nin a dar-nos as boas vindas, sussurrando-nos ao ouvido um misterioso “I take pleasure in my transformations. I look quiet and consistent, but few know how many women there are in me” a anunciar a multiplicidade de formas que a essência pode revestir. Formas feitas de imagens, deslumbrantes imagens de um bom gosto raramente fotografado em corpos femininos. Formas feitas, também, de palavras e sons que estão lá, pois é, para nos confirmar que a temperatura é muito, mas muito elevada. Uma espécie de banho turco onde a Monica Bellucci desfila a toda a hora. Eu disse Monica Bellucci? Se disse, queria dizer Patrícia Manhão. É ela, a intrigante Patrícia que nos atrai para o seu universo de Acesso Restrito, o tal que, pelos vistos, Leth fez mal em não ter visitado. Vão lá espreitar, vão, mas não se admirem se ficarem presos na armadilha. Entretanto, para quem não se quer aventurar a tanto, e com a devida cortesia da Patrícia, aqui ficam algumas amostras da essência. Parece que afinal existe mesmo."
no blogue do meu amigo Diogo Leote :-)
(http://www.etudogentemorta.com/2010/10/erotismo-parte-2/)
Pensou ... Patrícia Manhão
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( C'est pourquoi je vais au-delà )
Gaja mode- ON
Pensou ... Patrícia Manhão
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Pensou ... Patrícia Manhão
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"Encontravam-se duas ou três vezes por semana, e nunca nas férias, e nunca nos fins-de-semana. O tempo que passavam juntos, ambos o roubavam à família e ao trabalho.
Nas tardes de Janeiro ou de Fevereiro, quando os dias se vão tornando mais compridos e o sol irradia, já do poente, beijavam-se à sombra das pontes.
Os seus refúgios mudavam frequentemente.
No carro.
No bosque.
No bosque cruzamo-nos com pessoas que nos reconhecem.
Restavam os quartos. O mesmo várias vezes seguidas. Ou outros, consoante o acaso.
Há estranhas amenidades na ténue iluminação dos quartos de hotel; o luxo modesto do vasto leito, tem os seus encantos.
E chega a altura em que já não podemos separar o ruído das palavras e dos suspiros e o contínuo zunido dos motores e o chiar dos pneus que sobem a rua.
Durante anos a fio, estas pausas furtivas, na trégua que se segue.....
De pernas emaranhadas e braços esticados...
Eles não tinham noite comum.
Urgia, de repente, a esta ou àquela hora de antemão fixada - o relógio não sai do pulso - voltar a partir.
Urgia, cada qual reencontrar a sua rua, a sua casa, o seu quarto, o seu leito de todos os dias, reencontrar aqueles a quem os ligava uma outra maneira de inexpiável amor, aqueles a quem o acaso, a juventude ou eles próprios se tinham dado de uma vez para sempre, e que ninguém pode abandonar nem ferir quando está no cerne das suas vidas.
(...)
Os obstáculos de cada dia, de cada semana bastavam-lhes para se atormentarem, num permanente receio de que o outro houvesse mudado. Não exigiam a felicidade, mas tendo-se reconhecido uma vez, pediam a tremer que aquilo durasse, meu Deus, que aquilo durasse... que, de súbito, um dos dois não surgisse estranho ao outro..."
Pauline Reáge in Regresso a Roissy
Pensou ... Patrícia Manhão
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